quinta-feira, 14 de dezembro de 2006

A gafe do ano

Pois é. O Marcelo defendeu o TC dele hoje. Passou com "A". Parabéns, Marcelo.

21h40min. Toca o meu celular. Era o Marcelo. Cavanhas daqui a 20 minutos? Certo.

Voltando à defesa do Marcelo: A banca foi composta por 2 professores, R.T.P. (mais conhecido por T.P.) e A.F.M. O professor T.P. fez perguntas básicas sobre o trabalho, mas perguntou o suficiente para mostrar que ele não tinha lido a monografia. Ele até citou que não tinha lido. Logo, fez perguntas para encher o saco, e quem enche o saco é chato. Já o A.F.M. eu não sei dizer se leu a monografia, mas se leu não entendeu nada. Perguntou coisas como "porque dois mais dois é igual à quatro". O Marcelo não soube responder (visto que não tinha resposta) e o orientador dele ajudou a enrolar. Mas o grande pé no saco da apresentação foi o T.P.

Recuperando a história, peguei a moto e saí. Cheguei lá junto com Wally, o Marcelo e a Bruna. Sentamos numa mesa, falamos um pouco sobre a apresentação do Marcelo, que era o grande astro na noite, e eu comentei sobre o professor T.P. Na verdade, eu só disse a verdade: "O T.P. é um pé no saco!". Quem me conhece sabe que o meu tom de voz. Continuamos conversando um pouco e uma menina linda na mesa do lado puxa assunto com a Bruna. Linda mesmo. Aí a Bruna olha pra mim e diz: "Ela é filha do T.P.!".

- Erm... sorry?
- ...
- O teu pai compôs a banca dele (apontando para o Marcelo) e não leu a monografia.

E ficou nisso. Como é que pode? Quando não é o Google espionando a nossa intimidade, vou sentar logo do lado da filha do cara que eu estou falando mal?Isso comprova uma teoria muito especulada. Murphy existe.

E usando uma frase da Pri: Murphy é um grande filho da puta mesmo.

Agora, resta dizer uma coisa. O T.P. pode ser um péssimo professor, mas filha ele sabe fazer. E como sabe!

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