segunda-feira, 20 de outubro de 2008

É o amor

(...)
- Tu não precisa abrir mão de nada por mim.
- Mas por ti eu abriria mão de qualquer coisa.

Pára, pára, pára!

Sexta foi o dia de desligar o detector de maldades. Como quase todas as outras noites, por volta de 21h saí da casa dos meus pais rumo à casa da minha namorada. O trajeto foi o mesmo de sempre, sair da minha casa e pegar o T1, já que estava chovendo e não dava para ir de moto.

Saí de casa desligado. Ao sair, haviam dois caras passando. Dois caras normais, dois caras quaisquer. Com o detector de maldades desligado, saí mesmo assim. Bem arrumado, perfumado e com a mochila nas costas. Atravesso a rua, caminhando em um ritmo normal e percebo que os dois caras, perto da esquina, também resolvem atravessar a rua, relativamente separados. Um mais para frente e o outro termina de atravessar ao meu lado. Caminha um pouco mais rápido que eu, pega uma arma (pistola) e solta a pérola "Pára, pára, pára!". Obviamente, com o susto, parei.

É incrível como a cabeça funciona rápido nessas horas. Parece que o meu processador de 40KHz começa a funcionar com uma freqüência de 500GHz, muito possivelmente pela combinação Medo + Adrenalina. Aproveitei uma hesitação do assaltante para sair correndo para o outro lado, em direção à minha casa e ao ponto de táxi. Caso eles me perseguissem, pegava um táxi, muito provavelmente até a casa da namorada. Como eles desistiram e começaram a atravessar a rua, atravessei também e entrei em casa. Como disse a mamãe Rocca, pálido como uma parede.

Tive sorte. Mas espero não precisar ter esta mesma sorte uma próxima vez.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Sobre possuir um cachorro

Um dos aspectos mais interessantes de ter um cachorro é poder acompanhar diariamente como um ser é capaz de aprender coisas novas.

Para quem não conhece o Buster: ele é o cachorro que fica no pátio dos fundos da minha casa, sendo o principal responsável por:
  • Brincar com qualquer objeto que tenha ficado ao seu alcance;
  • Derrubar todos os vasos de flores que estão na prateleira;
  • Brincar com as roupas estendidas no varal que estão abaixo da altura mínima permitida;
  • Comer a toalha da mesa e o canto de todas as cadeiras que ficam no pátio;
  • Comer a torneira de plástico do tanque de lavar roupas;
  • Devorar livros que eventualmente fiquem esquecidos em área não segura;
  • Espalhar baba por toda a área ao seu alcance (talvez em uma tentativa de demarcação territorial).

Mas voltando ao assunto mencionado acima, vou citar um pouco a forma como é possível acompanhar este aprendizado ao qual eu me refiro.

Minha mãe possui uma centrífuga. Ela fica ao lado do tanque, coberta pela caixa de papelão onde veio embalada a própria centrífuga. Em uma das vezes que a mãe foi utilizar a máquina, ela não ligou. Aparentemente, o motivo de não funcionamento da máquina era a ruptura dos fios da máquina, ocasionado por um mastigamento canino. Meu pai, que não tem muito jeito para ensinar coisas para seres com baixa capacidade de raciocínio, tentou mostrar ao Buster que aquilo era errado e remendou o fio para que a centrífuga pudesse ser utilizada novamente.

Dois dias depois, a história se repete. Novamente, meu pai ensina o cachorro que aquilo é errado e remenda novamente o fio, desta vez colocando todo o fio dentro dentro da caixa de papelão ao guardar a centrífuga.

Mais um ou dois dias e a história se repete novamente. E o cachorro aprende mais uma vez que ele não deve roer o fio da máquina de centrifugar roupas, que é reparado pela terceira vez.

Mais alguns dias e, além do fio estar novamente roído, a caixa da centrífuga também foi alvo de exercícios bucais para fortalecimento muscular. Mais uma vez o cachorro aprende que tal ação não deve ser executada sobre objetos na área não segura. Mas desta vez alguma mudança é observada.

Depois de roer o fio quatro vezes, ele aprendeu.

Agora a centrífuga fica guardada no quartinho, pois meu pai aprendeu que para o fio não ser roído a centrífuga não deve ficar ao alcance do cachorro.

terça-feira, 20 de maio de 2008

O dia em que eu me tornei um barbeiro

Facão, navalha, barbeiro. Sim, estes são alguns adjetivos que podem ser atribuídos para pessoas que não possuem muito sucesso no trânsito.

Sábado, 17 de maio.

Aniversário da namorada, ficamos de reunir o pessoal no Mulligan. O ponto de encontro era a casa dela. Fui até lá de carro, esperamos o pessoal (Dodô e Maga) chegarem, fizemos uma mini-janta e saímos.

O carro não estava em um local coberto, havia bastante sereno cobrindo os vidros, especialmente o traseiro. O motorista, ao invés de simplesmente acionar o limpador traseiro, acionou o desembaçador do vidro traseiro, não adiantando muita coisa. Difícil de enxergar pelo retrovisor nestas condições, não?

Antes de ir para o Mulligan, parada no posto de gasolina para retirar dinheiro no caixa 24 horas. Não tinha lugar para estacionar. Como era jogo rápido, parei na frente da loja de conveniência e a Lilian foi pegar dinheiro. Ela foi bem rápida, mas não o suficiente para que um tosco em um Fiat Tipo parasse atrás de mim esperando que eu saísse. O que ele estava fazendo parado ali eu ainda não entendi.

Ela entrou no carro e eu dei ré para pegar à esquerda entre as duas bombas de combustível, saindo na rua lateral do posto para pegar o cruzamento da Assis Brasil. Não olhei direito para trás e *crash* (entenda-se por isso o barulho da colisão da Shaggy Machine com um Fiat Tipo). Quebrou uma parte do meu pára-choque e amassou a lateral do carro dele, na parte próxima da porta. Dei um cartão que eu tinha comigo, passei os meus dados e pedi para ele orçar um conserto e me ligar.

Fiz a opção menos estressante. Não dei bola para a batida, fui para o Mulligan e me diverti, esquecendo o acidente. Avaliando bem, se eu tive o acidente de bater o carro, existe o lado bom. Eu tenho um carro, seria muito pior não ter.

Segunda, 19 de maio.

Por volta de meio-dia, o Daniel me ligou. Sim, Daniel é proprietário do Fiat Tipo que parou atrás de mim no posto de gasolina. Ele passou em duas chapeadoras e me informou que em nenhuma delas o conserto do Fiat Tipo iria sair por menos de R$ 400,-. Ele perguntou se eu tinha alguma chapeadora para indicar e eu indiquei o Willy, muito amigo do meu pai. Ele ficou de passar por lá na parte da tarde.

De tarde, meu pai me ligou. O Daniel ligou para o Willy e ficou de passar lá por volta de 18h. Saí do serviço e fui direto para lá. O estrago não foi tão pequeno quanto eu pensei que tivesse sido. Amassou um pouco da porta e um pouco do pára-choque dianteiro. Como o Willy conhece o pai e também é conhecido, fica mais fácil acertar o pagamento. Ele leva o carro lá na semana que vem, faz o serviço e eu pago as despesas. Situação resolvida, só resta agora consertar o rombo no orçamento. E eu nunca mais vou comentar que o orçamento do mês não estava tão ruim quanto poderia estar. Foi eu fazer o comentário que apareceu um gasto extra completamente desnecessário.

Sobre a Shaggy.

Quebrou um pedaço do pára-choque traseiro. Eu estava dando ré com a roda virada para o lado, ou seja, foi o canto do meu pára-choque que entrou no Tipo, e não o pára-choque inteiro. Consertar a Shaggy? Lógico que será necessário. Mas por enquanto, nas atuais limitações de orçamento, o conserto da Shaggy vai ficar para o próximo mês, ou para o outro. Conselho do dia: Sempre, sempre olhe no retrovisor quando for dar ré. E se o vidro traseiro estiver coberto de sereno, acione o limpador traseiro, e não o desembaçador.

sexta-feira, 11 de abril de 2008

500 Millas del Norte

Bom, como alguns de vocês sabem, na semana da páscoa eu não estive presente em Porto Alegre. Consegui alguns dias de folga na empresa onde eu trabalho e fui para o Uruguai, acompanhar o Whiskas em uma prova grande de ciclismo realizada lá. Após o encerramento da viagem, foi requisitado que eu escrevesse um relato sobre esta semana.

Segunda, 17/03 - A viagem

O dia começou acordando relativamente cedo, pois não tinha terminado de arrumar todas as malas e precisava passar no banco para retirar dinheiro. Por volta de 9h30, o Ricardo passou lá em casa para iniciarmos a viagem rumo à Artigas, norte do Uruguai (divisa com Quarai). Pausas no caminho para almoço e para abastecimento. Muitas retas depios, chegamos em Quarai, e logo chegamos em Artigas. Meio perdidos pela cidade, conseguimos encontrar alguns ciclistas (um time argentino). Paramos para conversar e tentar descobrir mais sobre a prova. Recomendaram que fossemos ao ginásio da cidade.

No ginásio descobrimos que a inscrição havia sido efetuada, pegamos os números e descobrimos que poderíamos dormir já na segunda-feira em um alojamento do exército uruguaio. Porém só teríamos direito às refeições do evento a partir da noite de terça-feira. Voltamos para Quarai para comprar pesos, atravessamos a fronteira de volta para o Uruguai, passamos na padaria para fazer um lanche, encontramos o alojamento, tomamos banho e saímos para jantar no La Farola, uma lancheria na praça central da cidade (que tinha uma garçonete um tanto atrativa). Como ainda era cedo, compramos um sorvete e decidimos jogar uma partida de Truco na praça central da cidade, celebrando o dia de San Patrício (St. Patrick) com uma cerveja Patrícia. Depois disto, alojamento e cama.

Frase do dia: "Alto cinco!"

Terça, 18/03 - O contra-relógio

Acordamos e fomos tomar café-da-manhã na padaria. Tentamos passear um pouco pela cidade, mas o passeio se tornou extremamente monótono, pois havia pouco movimento e a maioria das lojas não abria antes das 9h. Na medida que foram abrindo, passamos em algumas lojas e free-shops e depois voltamos para o alojamento. Depois de descansar um pouco, saímos para almoçar, comemos um sanduíche no La Farola. Após o almoço, voltamos para o alojamento para descansar antes da prova. A prova tinha início 16h, tendo a largada por ordem crescente de inscrição. Como o Ricardo tinha o número 72, ele só iria largar 5h12 (5h42, considerando que a prova se iniciou apenas 16h30).

Chegamos lá um pouco antes do início da corrida. Ele começou o aquecimento com antecedência e, antes do início da prova, pegou dinheiro para ir na padaria tomar um café. Rodas colocadas, tudo acertado e lá vai ele para correr o primeiro contra-relógio, um trecho "curto" de 1500m. O melhor tempo até ele iniciar tinha sido do argentino que ganhou a competição no ano passado. Ele pedala e faz um tempo 2 segundos mais rápido. Fui imediatamente conferir esta informação e contar para ele, que reagiu de uma forma um tanto incrédula. Ao final da comemoração, ele olha para a bermuda e encontra os 5 pesos que sobraram do troco do café (ele esqueceu de deixar no carro). Esperamos um pouco mais para que os últimos corredores terminassem a corrida e aí começaram os assédios e as entrevistas. Depois de enrolar muito o entrevistador da rádio, voltamos para o alojamento. Enquanto espero pelos meus chinelos para tomar banho (que estavam emprestados), conseguia ouvir uma canção alta vindo dos banheiros. Depois de tudo isto, janta no comedor, mais entrevistas e um sorvete para encerrar o dia.

Frase do dia: "Tá falando sério?!"

Quarta, 19/03 - Malla a cuadros

Na quarta-feira, logo após acordar tínhamos que empacotar todas as malas, pois viajaríamos até Rivera (Whiskas correndo de bicicleta e eu no carro). Passada na padaria para o desjejum, mais entrevista, aquecimento, mais entrevista e eu recebi o número 1 para colocar no vidro dianteiro. O carro da Elipse era o primeiro da caravana. Em Quarai, parada para receber a malla a cuadros do prefeito da cidade. Corrida com muito sol e pouco vento, dentro do carro fazia um calor infernal.

Depois de três horas de sol, chegada em Rivera. Alojamento, almoço e uma ciesta que durou quase a tarde inteira. Depois disso, passeio pela cidade, incluindo a foto clássica com um pé em cada país e algumas compras na Siñeriz. Parada para o lanche, compras no Super-Tata e voltamos ao alojamento para o jantar. Depois disso, banho e cama.

Frase do dia: "Tu és el malla."

Quinta, 20/03 - A subida

Acordamos e empacotamos tudo novamente, pois viajaríamos de volta para Artigas. Como não sabíamos direito o caminho até Tranqueras, onde seria realizada a largada, tomamos o café da manhã no carro esperando que os veículos da organização saíssem para segui-los. Faltando 10 minutos para a largada, o Ricardo resolve trocar o cassete das rodas porque o outro tinha mais dentes, ajudando na subida. Começa a prova com uma subida forte, seguida por uma interminável subida. Depois de terminar de subir, mais uma subida. Após isso, mais uma viagem sob um sol forte, com direito a um furo de pneu (da bicicleta) faltando 10Km para o encerramento. Encerrada a prova, fizemos a rotina clássica de ir para o alojamento, comedor, alojamento, ciesta, banho, comedor, sorvete e cama.

Frase do dia: "Espera aí que preciso trocar o cassete."

Sexta, 21/03 - A metade da prova

Começar o dia sem precisar arrumar nenhuma mala para a viagem já foi bem mais divertido. Café da manhã na padaria, como de costume. Corrida, almoço, ciesta, padaria e depois saímos para um reconhecimento da estrada da prova de sábado, o contra-relógio. Análise dos buracos, das marchas a serem utilizadas nas subidas e dos pontos onde seria interessante tomar água. Após efetuar o reconhecimento, banho, janta, sorvete (como é de costume) e uma análise dos corredores que estariam na estrada no momento do contra-relógio, quais deles teriam carro de apoio e qual seria o procedimento para ultrapassar um ciclista ou um carro de apoio. Afinal, ele iria ganhar a prova, portanto iria eventualmente realizar ultrapassagens.

Frase do dia: "Fico com a caramanhola."

Sábado, 22/03 - O empacotamento

Café da manhã na padaria e bastante aquecimento até o início do contra-relógio. Tudo pronto, tudo certo, todas as espectativas altas e o contra-relógio se inicia. Ele arranca com a bicicleta, eu arranco com o carro e *capof*. Ele empacota no meio da pista, logo depois de largar. O pessoal da organização é rápido, coloca ele logo de volta na bicicleta mas ele não consegue ter o rendimento esperado durante o resto do contra-relógio, em virtude dos machucados. Apesar disso, ele ultrapassa dois corredores e faz o melhor tempo até aquele instante (45 corredores já haviam terminado a prova). Terminada a prova, ele consegue o décimo melhor tempo. Ou seja, existia uma enorme possibilidade de ele ganhar a prova, baseado no tempo tendo caído e na vitória no primeiro contra-relógio. Mas acidentes acontecem. Chamei uma ambulância logo depois do encerramento da prova, curativos, banho, almoço, alojamento e ciesta. Após acordar, padaria para um lanche e parada em um free-shop para comprar muambas. Trouxe um telefone sem fio e um DVD Player (além da pen-drive comprada no Siñeriz). Depois das compras, banho, comedor, cerveja no centro para celebrar o “título moral” e cama.

Frase do dia: "Laranja quando cai, ainda faz o melhor tempo."

Domingo, 23/03 - A volta

Domingo foi o dia de acordar e deixar o máximo possível de malas prontas. Café da manhã na padaria, corrida relativamente tranqüila (apesar do forte vento) e, após o encerramento, alojamento, banho, carregar o carro e sair. Dois atletas do Grêmio Náutico Gaúcho pegaram carona conosco para a viagem de volta. Viagem relativamente tranqüila, novamente muitas retas e um regresso para casa por volta de 22h30. Na soma dos fatos, valeu a viagem.

Frase do dia: "Completei!"

* Artigo escrito na semana posterior à viagem. Não postado anteriormente por pura falta de tempo.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Globalização

Cristiane: ta em casa?
Cristiane Rocca is online.
Carlos: o mundo está realmente globalizado...

terça-feira, 22 de janeiro de 2008

Piada infame

P: Sabem o que um gênio faz antes de correr de Kart?

R: Janta.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Plano de fuga

Quando um cara está na prisão, ele está pagando por um crime pelo qual o estado o julgou culpado. Quando este prisioneiro cava um túnel, a primeira impressão é a de que ele quer criar uma rota subterrânea para sair do local onde ele está.

E eu fico me perguntando: O que diabos o meu cachorro quer fazer fora de casa?

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Analista de preto

Numa conversa com a Carol, ela fez a própria paródia do grito de guerra dos guerreiros do BOPE. Minha vez:

Analista de preto, o que é que você faz?
Levanto requisitos, até não poder mais.
Analista de preto, qual é sua missão?
Gerar o RTF e passar na revisão.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2008

Era uma vez...

Analisando alguns momentos anteriores, acabo lembrando de algumas situações que eu acredito que mereçam ser compartilhadas.

Em 1997, faleceu a Princesa Diana, ou Lady Di. Não é esse fato que merece ser compartilhado, muito menos o fato de que, para homenagear a falecida princesa, o Elton John (repetindo, Elton John) lançou um CD incluindo uma regravação da música Candle In The Wind. O fato que merece ser compartilhado é que a minha mãe se interessou pela homenagem e gostaria de ter o CD para ouvir.

Como já passou mais de uma década desde o acontecimento deste fato, não consigo lembrar ao certo se eu estava comprando o presente por uma ocasião especial ou sem ocasião nenhuma. O fato é que eu fui comprar o CD para dar de presente para a mãe.

E eu entro na primeira loja. O vendedor me atende com simpatia:
- Bom dia. Posso ajudar?
- Sim, eu quero o CD do John Lennon.
- Claro, por aqui.
- Tem esse que ele lançou agora?
Nesse ponto o vendedor lançou um certo olhar de surpresa e indignação, e disse que não tinha. Sem entender a situação, saí da loja e fui para a próxima.

Na segunda loja, sou novamente atendido, de uma maneira bem similar:
- Bom dia, posso ajudar?
- Sim, vocês têm o CD do John Lennon?
- Qual deles?
- Esse que ele lançou agora.
Novamente, um olhar meio desconfiado e um não como resposta. Continuando sem entender a situação, vou para a próxima loja.

Na terceira loja, sou novamente atendido por um vendedor:
- Bom dia, posso ajudar?
- Sim, eu quero um CD do John Lennon.
- Algum CD em específico?
- Sim, eu quero esse que ele lançou agora.
Novamente aquele mesmo olhar já encontrado nas duas lojas anteriores.
- Ele não lançou nenhum CD agora.
- Como não? Ele lançou um CD em homenagem à Princesa Diana.
Neste ponto o vendedor faz uma pergunta um tanto quanto interessante:
- Elton John?
- Esse mesmo!

E finalmente consegui comprar o último CD do John Lennon.